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No comando: Gilberto E. – Produtor e Programador

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No comando: Automatico

Das 23:00 as 04:00

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No comando: No Quintal De Casa – Natal De Barros

Das 04:00 as 07:30

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No comando: SABADAO SERTANEJO – JOTA CARLOTA

Das 05:00 as 08:00

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No comando: ENCONTRO RURAL – CARLOS CESAR

Das 05:00 as 09:00

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No comando: GUAVIRA NOTICIAS – REINALDO S. E NATAL DE B.

Das 07:30 as 08:00

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No comando: VIVA A VIDA – LEOCIR MUNHOZ

Das 08:00 as 10:00

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No comando: MÚSICA E INFORMAÇÃO – CARLOS CESAR

Das 08:00 as 11:30

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No comando: O DOMINGO É NOSSO – NATAL DE BARROS

Das 09:00 as 12:00

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No comando: MANHA 103 DE SUCESSOS – WILSON PAPARELI

Das 10:00 as 13:00

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No comando: De Primeira – Román Laurito

Das 11:30 as 12:00

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No comando: Hora 103

Das 12:00 as 13:00

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No comando: PROGRAMA ROBERTO & MEIRINHO

Das 12:00 as 14:00

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No comando: Guavira e as Brasileiras

Das 13:00 as 15:00

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No comando: Programa “Mais Música” – Edezio Vieira

Das 13:00 as 16:00

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No comando: Jornada Esportiva

Das 14:00 as 20:00

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No comando: CORAÇAO SERTANEJO – REINALDO SANTOS

Das 15:00 as 19:00

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No comando: Relíquias da 103 – Reinaldo Santos

Das 16:00 as 19:00

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No comando: Anuncio da Paz – Junior Quirino

Das 19:00 as 19:30

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No comando: Jornada Esportiva

Das 19:00 as 22:00

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No comando: GUAVIRA INTERATIVA – Wellington Matsuo

Das 19:00 as 22:00

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No comando: DJ GUAVIRA FM

Das 20:00 as 05:30

Abono para quem ganha até 2 salários mínimos é mantido pelo Senado

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Em meio às pressões de senadores contra o governo por mais recursos aos Estados, o Senado impôs uma derrota à equipe econômica e retirou todas as mudanças que seriam feitas nas regras do abono salarial. A alteração retirou R$ 76,4 bilhões da economia esperada em dez anos com a reforma.

A proposta aprovada na Câmara dos Deputados restringia o pagamento do benefício, no valor de um salário mínimo (R$ 998), a quem recebe até R$ 1.364,43 por mês. Com a derrota no Senado, ficam valendo as regras atuais, que garantem o repasse a quem ganha até dois salários mínimos.

A votação em separado desse dispositivo foi solicitada pela bancada do Cidadania. O governo precisava garantir 49 votos favoráveis ao trecho, mas só teve 42 apoiadores. Pela derrubada da alteração, foram 30 senadores.

O Senado ainda pode promover alterações no texto da reforma da Previdência que drenariam mais de R$ 200 bilhões adicionais da economia esperada com a proposta em uma década. Ainda restam seis destaques em separado. Com a derrota no abono, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), encerrou a sessão e prometeu retomar a votação do restante nesta quarta-feira pela manhã.

O PT tenta retirar da reforma as mudanças nas regras para pensão por morte, que passa a conceder 50% do salário de benefício mais dez pontos porcentuais por dependente. As mudanças na regra da pensão devem ter impacto próximo de R$ 100 bilhões em dez anos.

O Podemos propôs um destaque da reforma as regras de transição e o pagamento de pedágio para aposentadoria de quem já está no mercado de trabalho. O impacto da mudança seria uma desidratação superior a R$ 109 bilhões.

Outras mudanças ainda podem ter impacto, como a proposta da Rede de retirar a regra de cálculo proposta pelo governo, pelo qual o valor de aposentadoria começa em 60% da média de salários de contribuição aos 15 anos de serviço, no caso de mulheres, e 20 anos, no caso de homens. O acréscimo é de dois pontos porcentuais por ano adicional, até o limite de 100%. A reforma mantém a garantia de pagamento de ao menos um salário mínimo (hoje em R$ 998).

O PDT, por sua vez, quer que as mulheres que se aposentam por idade (geralmente as de menor renda e que ficam menos tempo no mercado formal) possam continuar pedindo o benefício aos 60 anos, como é hoje. A proposta eleva gradualmente essa idade para 62 anos.

O plenário já retirou da proposta o item que daria autonomia a Estados e municípios para criarem alíquotas extraordinárias na contribuição de servidores públicos. A emenda havia sido incluída pelo relator, Tasso Jereissati (PSDB-CE), mas enfrentou resistência do próprio governo porque poderia ser considerada mudança de conteúdo, levando o texto novamente à Câmara dos Deputados. Na dúvida, o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), apresentou o destaque que restituiu o texto já aprovado pelos deputados.

O PT tentou manter as regras atuais para aposentadoria de trabalhadores que atuam em atividades expostas a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos, como é o caso de mineradores. Mas o texto do relator, que fixa idades mínimas para essas categorias, foi mantido pelo Senado. Há outro destaque do PROS que pretende suprimir a fixação de uma idade mínima para esses trabalhadores.

Já o MDB pretende reincluir a possibilidade de cobrar alíquota previdenciária sobre os benefícios de anistiados políticos, item aprovado na Câmara e retirado do texto pelo relator. A reinclusão devolveria uma economia de R$ 1 bilhão à reforma.

O Podemos chegou a apresentar um destaque para reverter a proibição a municípios para criar regimes próprios de Previdência, mas a proposta acabou deflagrando uma polêmica no plenário e acabou sendo retirada. Os prefeitos querem derrubar a proibição aprovada na Câmara e devem se mobilizar por isso na tramitação da chamada PEC paralela da Previdência.

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