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No comando: Gilberto E. – Produtor e Programador

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No comando: No Quintal De Casa – Natal De Barros

Das 04:00 as 07:30

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No comando: Sabadão Sertanejo – Jota Carlota

Das 05:00 as 08:00

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No comando: Encontro Rural – Carlos Cesar

Das 05:00 as 09:00

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No comando: Guavira Noticias – Reinaldo Santos

Das 07:30 as 08:00

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No comando: Viva a vida – Leocir Munhoz

Das 08:00 as 10:00

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No comando: MÚSICA E INFORMAÇÃO – CARLOS CESAR

Das 08:00 as 11:30

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No comando: O Domingo É Nosso – Natal De Barros

Das 09:00 as 12:00

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No comando: Manhã 103 de Sucessos – Wilson Papareli

Das 10:00 as 13:00

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No comando: De Primeira – Román Laurito

Das 11:30 as 12:00

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No comando: Hora 103

Das 12:00 as 13:00

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No comando: PROGRAMA ROBERTO & MEIRINHO

Das 12:00 as 14:00

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No comando: Guavira e as Brasileiras

Das 13:00 as 15:00

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No comando: Programa “Mais Música” – Edezio Vieira

Das 13:00 as 16:00

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No comando: Jornada Esportiva

Das 14:00 as 20:00

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No comando: Coração Sertanejo – Reinaldo Santos

Das 15:00 as 19:00

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No comando: Relíquias da 103 – Reinaldo Santos

Das 16:00 as 19:00

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No comando: Anuncio da Paz – Junior Quirino

Das 19:00 as 19:30

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No comando: Jornada Esportiva

Das 19:00 as 22:00

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No comando: DJ GUAVIRA FM

Das 20:00 as 05:30

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No comando: Automatico

Das 23:00 as 04:00

Segundo a OMS: Brasil é o país mais ansioso do mundo

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Cerca de 18,6 milhões de brasileiros têm transtornos relacionados à ansiedade; especialistas alertam sobre remédios usados sem necessidade 

O Brasil sofre uma epidemia de ansiedade. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com o transtorno. O tabu em relação ao uso de medicamentos, entretanto, ainda permanece.

Daniel Martins de Barros, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, confirma. “As duas frases que eu mais ouço na clínica são ‘eu não queria tomar remédio’, na primeira consulta, e ‘eu não queria parar de tomar os remédios’, na consulta seguinte. A gente tem muita resistência porque existem muitos mitos: ficar viciado, bobo, impotente, engordar”.

Barros explica que todo remédio pode ter efeitos colaterais e eles serão receitados quando existir uma relação de custo-benefício a favor do paciente. “Tudo é assim na medicina e na vida”, diz.

Neury Botega, psiquiatra da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), afirma que há 30 anos os médicos dispunham de recursos inadequados para tratar a ansiedade. “Ou usávamos drogas bem pesadas, como barbitúricos, ou as que existem até hoje, como as faixas pretas, os benzodiazepínicos. Por isso, nós vimos várias tias, avós, viciadas em remédios e essa é uma das imagens gravadas quando pensamos em tratamentos psiquiátricos”.

A partir de 1990, a fluoxetina, mais conhecida comercialmente como Prozac, torna-se popular. Para Botega, isso muda totalmente o paradigma do tratamento da ansiedade. “Hoje, para tratá-la, na maioria das vezes usamos medicamentos que aumentam a atividade de um neurotransmissor chamado serotonina. É o nosso Bombril: mil e uma utilidades”.

Em relação ao tempo de duração do tratamento, não há protocolos claros para a ansiedade, como existem para a depressão. “Ele pode durar um tempo ou ser necessário pela vida inteira. Ansiedade é como pressão alta: quando descontrola, às vezes é para sempre. Você pode controlar com atividade física, meditação, terapia, mas ela vai estar sempre ali te ameaçando”, diz Martins de Barros.

De acordo com ele, os casos variam bastante: há desde indivíduos que terão alta e nunca mais precisarão de remédios até outros que dependerão de medicamentos para o resto da vida.

‘Medicalização’

Leandro Karnal, historiador e colunista do jornal O Estado de S. Paulo, aponta outro lado da questão e vê uma “medicalização” do comportamento humano. “Se o aluno não consegue acompanhar as aulas, dão remédio para ele. Nem todo mundo que não presta atenção tem déficit de atenção. A aula pode ser chata mesmo”, argumenta.

Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação, chama a atenção para o que ela intitula de “epidemia de diagnósticos”, que envolve leigos e profissionais de saúde. Para ela, cada um de nós hoje usa a lógica médica para olhar para o outro e dizer: “Essa pessoa é chata; essa pessoa tem TOC; fulano surtou”. “Nós vivemos à base de diagnósticos e, quando fazemos isso, apagamos a pessoa que está por trás dele”.

FONTE: R7

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