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No comando: Gilberto E. – Produtor e Programador

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No comando: No Quintal De Casa – Natal De Barros

Das 04:00 as 07:30

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No comando: Sabadão Sertanejo – Jota Carlota

Das 05:00 as 08:00

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No comando: Encontro Rural – Carlos Cesar

Das 05:00 as 09:00

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No comando: Guavira Noticias – Reinaldo Santos

Das 07:30 as 08:00

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No comando: Viva a vida – Leocir Munhoz

Das 08:00 as 10:00

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No comando: MÚSICA E INFORMAÇÃO – CARLOS CESAR

Das 08:00 as 11:30

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No comando: O Domingo É Nosso – Natal De Barros

Das 09:00 as 12:00

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No comando: Manhã 103 de Sucessos – Wilson Papareli

Das 10:00 as 13:00

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No comando: De Primeira – Román Laurito

Das 11:30 as 12:00

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No comando: Hora 103

Das 12:00 as 13:00

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No comando: PROGRAMA ROBERTO & MEIRINHO

Das 12:00 as 14:00

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No comando: Guavira e as Brasileiras

Das 13:00 as 15:00

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No comando: Programa “Mais Música” – Edezio Vieira

Das 13:00 as 16:00

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No comando: Jornada Esportiva

Das 14:00 as 20:00

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No comando: Coração Sertanejo – Reinaldo Santos

Das 15:00 as 19:00

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No comando: Relíquias da 103 – Reinaldo Santos

Das 16:00 as 19:00

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No comando: Anuncio da Paz – Junior Quirino

Das 19:00 as 19:30

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No comando: Jornada Esportiva

Das 19:00 as 22:00

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No comando: DJ GUAVIRA FM

Das 20:00 as 05:30

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No comando: Automatico

Das 23:00 as 04:00

Alguns setores conseguiram vantagens na Reforma da Previdência, como?

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A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (10), em primeiro turno, o texto-base da reforma da Previdência, com placar expressivo: 379 votos a favor e 131 contra. Foram quase seis meses de discussão desde que o texto chegou à Câmara. Ao longo deste período, várias categorias econômicas e profissionais se mobilizaram para garantir benefícios ou evitar se prejudicar na reforma – e algumas delas conseguiram.

Foi o caso do agronegócio, que conseguiu barrar uma contribuição previdenciária sobre o setor, cujo impacto era estimado em R$ 84 bilhões ao longo dos próximos 10 anos. Outros grupos que estão conseguindo regras mais brandas são policiais federais e militares – ambos da base eleitoral do presidente Jair Bolsonaro. Caso a reforma entre em vigor nos termos aprovados nesta quarta pela Câmara, essas categorias conseguirão se aposentar mais cedo que a maioria dos brasileiros, que estarão submetidos a exigência de idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres.

Um levantamento do jornal O Estado de São Paulo usou dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) para mostrar que o número de organizações autorizadas a enviar pessoas para fazer pressão sobre os deputados mais que dobrou no começo deste ano. Até o fim de 2018, a Câmara tinha 181 entidades registradas. Hoje, este número é de 359.

Foi comum ver sindicalistas ligados ao serviço público e representantes de entidades empresariais conversando com congressistas nos corredores da Câmara nos últimos dias.

“Neste momento, não convém ficarmos identificando pontualmente determinadas categorias porque o presidente entende que todo mundo vai ter sua cota de sacrifício”, disse na terça-feira o porta-voz a Presidência, General Otávio do Rêgo Barros, ao ser questionado sobre a regras para policiais.

A reforma da Previdência é uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Isto significa que ela precisa enfrentar mais um turno de votação na Câmara e mais dois no Senado. Além disso, os deputados devem continuar votando nesta quinta-feira (11) os destaques e as emendas ao texto – que são propostas de alteração. Por isto, é possível que o texto ainda mude.

Mas até agora, quais são os interesses que estão prevalecendo na discussão da reforma da Previdência? A reportagem da BBC News Brasil destaca seis interesses que foram atendidos na votação da reforma da Previdência.

O agronegócio exportador

A principal mudança que beneficiou o agronegócio aconteceu durante a votação dos destaques ao texto do relator Samuel Moreira (PSDB-SP), na comissão especial.

No texto original do tucano, as exportações de produtos agrícolas passavam a pagar uma contribuição previdenciária, cujo impacto era estimado em R$ 84 bilhões ao longo dos próximos 10 anos. Mas graças a um destaque da bancada ruralista, este trecho foi removido – e as exportações do agronegócio continuarão isentas.

O destaque que manteve a isenção para o agronegócio foi o último a ser votado na comissão, no dia 3 de julho. Foi aprovado por volta das 2h da manhã. O destaque foi apresentado em bloco pelos partidos PP, PTB e MDB.

“Neste momento, não convém ficarmos identificando pontualmente determinadas categorias porque o presidente entende que todo mundo vai ter sua cota de sacrifício”, disse na terça-feira o porta-voz a Presidência, General Otávio do Rêgo Barros, ao ser questionado sobre a regras para policiais.

A reforma da Previdência é uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Isto significa que ela precisa enfrentar mais um turno de votação na Câmara e mais dois no Senado. Além disso, os deputados devem continuar votando nesta quinta-feira (11) os destaques e as emendas ao texto – que são propostas de alteração. Por isto, é possível que o texto ainda mude.

Mas até agora, quais são os interesses que estão prevalecendo na discussão da reforma da Previdência? A reportagem da BBC News Brasil destaca seis interesses que foram atendidos na votação da reforma da Previdência.

O agronegócio exportador

A principal mudança que beneficiou o agronegócio aconteceu durante a votação dos destaques ao texto do relator Samuel Moreira (PSDB-SP), na comissão especial.

No texto original do tucano, as exportações de produtos agrícolas passavam a pagar uma contribuição previdenciária, cujo impacto era estimado em R$ 84 bilhões ao longo dos próximos 10 anos. Mas graças a um destaque da bancada ruralista, este trecho foi removido – e as exportações do agronegócio continuarão isentas.

O destaque que manteve a isenção para o agronegócio foi o último a ser votado na comissão, no dia 3 de julho. Foi aprovado por volta das 2h da manhã. O destaque foi apresentado em bloco pelos partidos PP, PTB e MDB.

A regra em vigor permite que essas categorias se aposentem com qualquer idade, desde que cumpram um tempo mínimo de contribuição – 30 anos, se homem, e 25 anos, se mulher.

Em outra vitória, essas categorias caminham para garantir a integralidade (aposentadoria pelo último salário) e a paridade (manter reajustes concedidos aos salários da ativa) para todos que ingressaram na categoria até a reforma da Previdência entrar em vigor. São dois benefícios que a maioria dos que ingressaram a partir de 2004 no serviço público já perdeu.

O texto aprovado pelo plenário diz que servidores públicos policiais podem se aposentar “na forma da Lei Complementar nº 51”, que prevê o direito a “proventos integrais”. Esses grupos têm pedido na justiça o direito a se aposentar com o último salário, com base nessa lei.

Em 2017, ainda no governo Michel Temer, a Advocacia Geral da União se manifestou contra esses pedidos na Justiça. Agora, sob a gestão de Bolsonaro, a AGU deve mudar seu parecer, defendendo o direito à integralidade.

Militares
O governo também quer mudar o regime de aposentadoria das Forças Armadas, mas isso está sendo tratado em um projeto de lei separado – ou seja, a aprovação dessa PEC não muda nada para eles.

A proposta do governo para os militares é mais branda que para o resto da população. Ela prevê que o tempo mínimo de serviço para ingressar na reserva passará de 30 anos para 35 anos, mas não estabelece idade mínima.

De acordo com dados levantados pelo Tribunal de Contas da União, 62% dos integrantes das Forças Armadas passam para reserva com menos de 50 anos. Com o aumento de cinco anos de contribuição, portanto, a maioria deve se aposentar antes dos 55.

A proposta também preserva os benefícios de paridade e integralidade, no que é apontado como um grande privilégio que está sendo mantido para a carreira militar. As Forças Armadas justificam essa diferença dizendo que os militares não se aposentam, mas passam para a reserva, podendo ser convocados. Na prática, porém, um percentual mínimo volta a trabalhar após sair da ativa.

Professores
Destaques que tentam suavizar as mudanças na aposentadoria de professores serão analisados nesta quinta no plenário da Câmara, mas não há acordo que garanta a aprovação – como no caso dos policiais federais.

No entanto, a categoria já havia conseguido mudar o texto enviado pelo governo na comissão especial da Câmara que analisou o texto. O texto aprovado nesta quarta prevê que professoras poderão se aposentar com 57 anos e professores, com 60 – a regra será a mesma para rede pública e privada.

Hoje, não há idade mínima na rede privada, mas é exigido tempo mínimo de contribuição. No setor público, a idade mínima nas regras atuais são 50 anos (mulheres) e 55 (homens).

A proposta original do governo era de estabelecer idade mínima de 60 anos e tempo de contribuição de 30 anos para ambos os sexos.

FONTE: MSN Brasil

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